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  Nelson de Oliveira
Mestre em Letras (Estudos Comparados de Literatura de Língua Portuguesa) pela Universidade de São Paulo (USP) e doutor também em Letras (Literatura Portuguesa) pela USP. É consultor editorial e comercial da LGE Editora e supervisor editorial da coleção Panacéia, da editora Ofício das Palavras.
 
 

 

 
Pequeno dicionário de percevejos

Nelson de Oliveira.
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Pequeno dicionário de percevejos, antologia dos melhores contos de Nelson de Oliveira, inclui inéditos sobre o retrato da vida urbana. Trata-se de uma crônica do absurdo, no ritmo acelerado das histórias em quadrinhos. Além da seleção, realizada pelo poeta Claudio Daniel, que também assina o prefácio, o livro conta com textos críticos de Franco Terranova e Sérgio Sant’Anna. Pequeno dicionário de percevejos se destaca pela ironia, pelo humor e pelo enfoque inusitado do cotidiano. Nas palavras de Sérgio Sant’Anna: “Pode-se dizer que há um pouco de tudo no livro: uma rua de cães, outra de gatos, outra de papagaios; um anjo em cujas asas estão gravados todos os textos da humanidade; homens lunares que saem da tv; erotismo em várias nuanças, nunca vulgares; fantasmas; um colar de chistes; uma onda de suicídios líricos; um conjunto de nove segredos para o orgasmo. E muitíssimas coisas e enigmas mais, sempre com graça e poesia”.

 
 

 

 
Para onde vai a vida? As aventuras e desventuras de Joca Boca-Suja, o menor maior mentiroso do mundo

Luiz Bras.
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Joca Boca-Suja é um menino ruivo e bochechudo que deseja saber para onde as pessoas vão, de onde vêm, para onde a vida segue. Logo no início da história, diz ao narrador ter sido sequestrado por seis palhaços mutantes que o acorrentaram num porão imundo com dois leões famintos, “malucos por quindim e cocada”. Este é o primeiro livro publicado de Luiz Bras, “alguém de carne e osso, mas de pura fantasia”, supernome literário de Nelson de Oliveira. Mas que não se pense tratar-se da mesma pessoa, pois “o Luiz é muito mais velho, muito mais experiente, muito mais bonito — muito mais tudo! — do que o Nelson”. As ilustrações de Thais Linhares dão asas à delirantemente saudável imaginação do pequeno Joca.

 
 

 

 
A linha que nunca termina: pensando Paulo Leminski

André Dick.(org.)
Fabiano Calixto.(org.)
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Tributo a Paulo Leminski em razão dos sessenta anos de seu nascimento. A trajetória polifônica do escritor paranaense, falecido em 1989 em decorrência de cirrose hepática, é analisada de maneira híbrida por 43 autores que lhe desvelam, mediante ensaios, resenhas, depoimentos, poemas e ilustrações, as múltiplas faces: poeta, romancista, tradutor, músico, crítico, missivista, biógrafo, publicitário, agitador cultural. Segundo Delmo Montenegro, que assina um dos capítulos, “estudar Leminski — nosso Rimbaud budista- -nagô — pode ser a chave para o resgate do sentido inequívoco de nossa brasilidade”. O livro apresenta ainda uma cronologia de sua vida e um compêndio bibliográfico de sua produção.