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  Renato Rezende
Poeta premiado, doutorando em Arte e Cultura Contemporânea pelo Instituto de Artes da UERJ. Entre suas principais realizações como artista visual estão o projeto MY HEART, em parceira com Dirk Vollenbroich, montado na Fundação Baldreit, em Baden-Baden, Alemanha, em 2010, e no Instituto Oi Futuro em janeiro 2011; e o poema visual Eu posso perfeitamente mastigar abelhas vivas (Oi Futuro, Ipanema, Rio de Janeiro, maio-julho 2010).
 
 

 

 
Truques de autor:
Um romance site-specific

Heleno Bernardi.
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A pesquisa de novos e indeterminados campos para a arte e o pensamento, ampliando, por exemplo, as zonas de contato e comércio entre imagem e escritura, frequentemente gerando obras de intensa voltagem, é uma das marcas do contemporâneo, e também uma das principais chaves de leitura da obra de Heleno Bernardi, caracterizada pela sofisticada economia de elementos e pela inteligência. Se este jogo de espelhamentos entre poesia/filosofia, imagem e matéria é explorado por Heleno em algumas de suas obras mais importantes, como Apology of Socrates (2005), a série Memento Mori (2006) e Enquanto falo as horas passam (2009), em Truques de autor o artista ativa sua afiada capacidade de dissolver gêneros e elaborar novos sentidos tendo como ponto de partida a palavra e seu suporte canônico, o livro.

 
 

 

 
Romance

Caio Meira.
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Romance é a reunião da poesia completa de Caio Meira até o momento, desde sua estréia com No oco da mão em 1993; e inclui os poemas mais recentes, até então inéditos. São, portanto, 20 anos de poesia deste que é um dos mais significativos poetas de sua geração. Do lugar negativo a partir do qual o poeta cria sua obra, brota uma poesia de primeira grandeza, facilmente comprovada pela leitura dos poemas que compõe este livro.

 
 

 

 
No contemporâneo:
arte e escritura expandidas

Roberto Corrêa dos Santos.
Renato Rezende.
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Escrito a quatro mãos por Roberto Corrêa dos Santos e Renato Rezende, No contemporâneo: arte e escritura expandidas se propõe como livro-de-artistas-pesquisadores, valendo-se de novas ordens de construção, feito de proposições sobre arte, escritura e imagens, constituindo a um só tempo pesquisa teórica em arte e produção artística. O livro se organiza em torno de quatro níveis intimamente interligados entre si: um é o texto histórico, explicativo, informativo, trazendo-nos compreensões de desdobramentos do campo do que se diz sobre a arte, sobre a escrita, sobre o pensamento.

 
 

 

 
Ímpar

Renato Rezende.
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Em Ímpar, considerado por Alberto Pucheu um livro “quase que solitário na atual poesia brasileira”, a mística dos poemas manifesta-se na busca da purificação por meio da renúncia e do desapego: “De repente,/ no meio do shopping/ o impulso natural,/ o súbito desejo/ de ficar cego”. Para tornar-se oco, novo, fogo, ouro, é preciso abdicar do corpo, das emoções, dos elos: “As emoções,/ eu desisto delas todas, o coração limpo/ ou não, eu desisto do coração, do umbigo/ que me ligou à minha mãe, eu desisto da minha mãe”. Na poesia alquímica de Renato Rezende, em que fulgurações de Rimbaud aliam-se a escatologias de Baudelaire, a iluminação se dá pela combustão da linguagem, da substância física e da identidade.

 
 

 

 
Experiência e arte contemporânea

Ana Kiffer.(org.)
Renato Rezende.(org.)
Christophe Bident.(org.)
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Nesse livro, organizado por Ana Kiffer, Renato Rezende e Christophe Bident, propomos deter por um instante o olhar sobre as relações, implicações, sobre-determinações, aproximações e diapasões entre a noção de experiência e o campo das manifestações artísticas e culturais contemporâneas.

 
 

 

 
Dezembro

Ana Tereza Salek.
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Em seu texto “Cinco mais cinco mais cinco e tudo mudou na poesia brasileira”, que serve como introdução à antologia Inquietação-Guia (Azougue, 2009), Ítalo Moriconi aponta para a necessidade de se repensar e expandir o leque da crítica literária brasileira – em relação à poesia contemporânea – para além do “cânone crítico universitário pautado por critérios como rigor, elipse, metaironia, metalinguagem”. Contestando o privilégio hegemônico (e portanto, num país e num momento que se quer plural e múltiplo, no mínimo anacrônico) dado à uma poesia de raiz mallarmaica-cabralina-concretista, que se tornou quase uma fórmula neo-parnasiana, jovens poetas como Ana Tereza Salek resgatam a forte tradição brasileira de uma estética poética mais subjetiva, temporal, imagística e corpórea – mas não menos potente e rigorosa – que passa por nomes como Augusto dos Anjos, Jorge de Lima, Roberto Piva e Cláudio Willer – apenas para citar alguns. [...] Renato Rezende (no prefácio do livro)

 
 

 

 
Conversas com curadores e críticos de arte

Renato Rezende.
Guilherme Bueno.
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O projeto Conversas com Críticos e Curadores de Arte nasceu da curiosidade em compreender como, já num cenário contemporâneo, uma nova “geração” de críticos e curadores brasileiros foi formada, refletindo como cada um propõe caminhos para discutir tanto a arte que acompanham como aquela que chega assimilada pela história. Isso envolve desde indagar questões ainda desafiadoras (como, por exemplo, noções de “brasilidade”) ao modo como se responde a conceitos em voga no cenário internacional. A motivação do livro foi, portanto, reiterar a existência de um pensamento articulado e original nas artes visuais, refutando assim clichês de ausência de critérios. Por outro lado, parecia-nos também a oportunidade de discutir o significado de quase uma década de atuação tanto do ponto de vista pessoal quanto das transformações do cenário artístico.

 
 

 

 
Coletivos

Renato Rezende.
Felipe Scovino.
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Num tempo de proliferação de redes sociais, especialmente no Brasil, a formação de coletivos, virtuais ou não, se torna cada vez mais comum, extrapolando o circuito das artes e se espalhando por diferentes áreas da cultura, transformando as formas de viver, perceber e definir conceitos como produção, consumo, arte, entretenimento e política.

 
 

 

 
Amarração

Renato Rezende.
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Se a busca (natural ou obsessiva) pela própria unidade nos move durante a vida é justamente porque algumas partes nossas se desprendem, enquanto outras, que antes haviam vazado de nós, retornam, e, assim, nosso quadro se reconfigura o tempo inteiro. Conscientes ou não, lutamos para por em órbita, outra vez, esses pedaços de nosso ser.