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  Alfredo Veiga-Neto
Professor do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGE-UFRGS) e da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). É organizador de Imagens de Foucault e Deleuze: ressonâncias nietzschianas (DP&A, 2005).
 
 

 

 
políticas, poéticas e práticas pedagógicas (com minúsculas)

Anelice Ribetto.(org.)
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Um livro de proposta mínima, de “caráter micro”. Não se trata de um livro pequeno em seu sentido qualitativo, nem de pensamentos pouco importantes. A intenção dos autores desta coletânea é depositar o olhar e a atenção de forma grandiosa sobre coisas ditas “pequenas”, que costumam passar de maneira mais despercebida no universo educacional.

 
 

 

 
O currículo nos limiares do contemporâneo

Marisa Vorraber Costa. (org.)
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As questões sobre currículo estão no centro das discussões atuais a respeito de educação escolar. Professores, estudantes, familiares e governantes interessam-se, com diferentes ênfases e objetivos, em examinar e compreender a forma como opera o processo de escolarização, supostamente incumbido de forjar os cidadãos que concretizarão o projeto de sociedade do século XXI. Os indícios de que transformações radicais estão ocorrendo na maneira de pensar, conviver e habitar o mundo, metamorfoseando até aquilo que se concebe como o humano, têm instigado a ampliar as perspectivas de análise acerca do tema. Este livro, que teve origem em seminário homônimo, inscreve-se no plano dessas preocupações e iniciativas.

 
 

 

 
Infância e maquinarias

Maria Isabel Edelweiss Bujes.
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Mais do que um tema a requerer atenção de variadas instâncias, a fase da existência convencionalmente denominada “infância” configura um problema que concentra boa parte das preocupações das sociedades atuais. Para apresentar e desenvolver sua hipótese de leitura sobre a maneira pela qual operam as relações entre infância e poder, a autora elege como foco um documento oficial — o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Ao desenvolver seu propósito, ela empreende uma opção teórica que lhe fornece instrumental para buscar, na análise de Foucault sobre o sujeito, a inspiração para realizar seu projeto de demonstrar a constituição infantil como um fenômeno da ordem da cultura.

 
 

 

 
Currículo: pensar, sentir e diferir

José Augusto Pacheco.(org.)
Regina Leite Garcia.(org.)
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Decorrente do II Colóquio Luso-Brasileiro, este livro promove o debate do currículo no cenário contemporâneo. No plano das políticas educacionais, as propostas curriculares hodiernas têm sido afetadas pela ideologia neoliberal, com base na qual se procura garantir efetividade, eficiência e produtividade aos processos pedagógicos. Por outro lado, são numerosas as propostas que se organizam em diversos municípios, calcadas em visões alternativas de sociedade, escola e currículo. Pensar, sentir, diferir — três verbos que sintetizam as preocupações presentes durante a já longa história do pensamento curricular e que reúnem pesquisadores do Brasil e de Portugal para traçar um desenho do que ainda está por vir.

 
 

 

 
Cotidiano e diferentes saberes

Edwiges Zaccur.(org.)
Regina Leite Garcia.(org.)
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As falas dos autores ajudam a entender a riqueza da diversidade e dos saberes (in)visibilizados no dia a dia. Para se aproximar de seus enigmas e captar sutilezas de seus movimentos, há de se aguçar a sensibilidade, praticando a descoberta e a revelação. Na lógica da pesquisa que espreita o cotidiano, autores brasileiros e estrangeiros disseminam e alimentam um instigante diálogo que precisa continuar. Importa pouco que se concorde ou discorde, mas sim que cada pessoa se sinta à vontade para entrar nessa conversação. Importa que as significações não se transformem em enunciados cristalizados, mas que suscitem novas enunciações que se insinuem nos espaços em branco.

 
 

 

 
Caminhos investigativos II: outros modos de pensar e fazer pesquisa em educação

Marisa Vorraber Costa.(org.)
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Dá continuidade às reflexões iniciadas com o objetivo de matizar o debate sobre a pesquisa em educação. Os textos discutem concepções, abordagens e formas de problematização de modo que se possa pensar a pesquisa além das preocupações demasiadamente metodológicas. Visam, dessa forma, a um espaço caracterizado pela pluralidade de ideias e de práticas que contribua para um debate cada vez mais polissêmico das questões hodiernas da educação. Seja qual for o foco de atenção, ele pode ser crivado de questionamentos que transformem a empresa investigativa em algo novo. Isso se reflete no entusiasmo com as possibilidades surgidas na aventura por caminhos pouco trilhados ou mesmo desconhecidos.

 
 

 

 
Caminhos investigativos I: novos olhares na pesquisa em educação

Marisa Vorraber Costa.(org.)
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Concebido para pesquisadores preocupados com questões e decisões metodológicas, este livro contribui para criar saídas, frestas, desvios às grades totalizantes e homogeneizadoras das metanarrativas e buscar possibilidades para a singularização. A fim de participar do que Foucault denomina “política da verdade”, é preciso criticar o jogo de reprodução de modelos tão bem instaurado pela arquitetura epistemológica da “iluminação”, que instituiu a vigilância em todos os campos da vida social por meio de ditames tanto temáticos quanto metodológicos. Os autores apresentam seus próprios caminhos, seja na interlocução com a discursividade moderna, seja na tentativa de subversão de seus princípios.

 
 

 

 
A escola tem futuro?

Marisa Vorraber Costa.(org.)
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Num mundo que se transmuta rapidamente para novas formas de ser e de viver, as vozes dos arautos da decadência da escola misturam-se às que refutam seu anacronismo, reafirmando-lhe a importância no processo de socialização e educação do ser humano. Objeto de especulações e teorizações levadas a efeito por filósofos, sociólogos, historiadores, pedagogos e pensadores em geral, a escola ainda é o centro de movimentações discursivas que lhe atribuem as mais variadas competências, responsabilidades e tarefas. Este livro reúne entrevistas com professores envolvidos no debate acerca da instituição, aqui abordada com base nas contingências que os posicionam em distintos ângulos, óticas e arranjos.