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  Anderson Tibau
Doutor em Ciências Humanas em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), professor adjunto da Universidade Federal Fluminense (UFF), pesquisador do Grupo de Estudos de Antropologia da Leitura e Escrita (Geale), pesquisador representante do Brasil no Centro Regional de Fomento do Livro na América Latina, Caribe, Espanha e Portugal, ligado à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), ao Centro Regional de Fomento do Livro na América Latina e Caribe (Cerlalc) e à Agência Espanhola de Cooperação Internacional (Aeci).
 
 

 

 
Por que ler? Perspectivas culturais do ensino da leitura

Tania Dauster.(org.)
Lucelena Ferreira.(org.)
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Discute o ensino da leitura e da escrita, tendo como contexto o curso de pedagogia. Entre outros assuntos, abordam-se: métodos históricos de letramento; o ensino de filosofia e técnicas de argumentação; rodas de leitura; diferenças entre a leitura oral e a silenciosa; a escrita autoral como forma de autodescoberta; o impacto do mangá e sua predominância pictórica na formação de novos leitores; as idiossincrasias da escrita “pessoal” e da “acadêmica”. Examinam-se, como objeto de pesquisa, as formas pelas quais os usuários leem e escrevem no cotidiano, dinâmica fundamental para ensejar uma resposta (entre muitas possíveis) à pergunta que dá nome ao livro: ler para compor a própria biografia.

 
 

 

 
Etnografia e educação:
culturas escolares, formação e sociabilidades infantis e juvenis

Tania Dauster.(org.)
Sandra Pereira Tosta.(org.)
Gilmar Rocha.(org.)
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É sabido que a educação, como campo disciplinar, apropria-se de outros saberes, tais como filosofia, psicologia e história, para investigar suas práticas e construir investigações e caminhos políticos. A entrada da antropologia no campo da educação em tempos recentes tem permitido uma ampliação de sentidos na medida em que as relações sociais na escola, as culturas escolares, os processos de transmissão de saberes no cotidiano, a formação de docentes e as sociabilidades infantis e juvenis atravessam as fronteiras dos espaços e das práticas educativas formais e não formais. Com isso, queremos sinalizar que outras formas de conceber e praticar a educação passam a constituir os currículos da formação de profissionais que atuam nessas áreas.