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  Daniel Lins
Doutor em Sociologia pela Université de Paris VII – Université Denis Diderot. Pós-doutor em Filosofia, sob a direção de Jacques Rancière, pela Université de Paris VIII. Professor associado de Filosofia no Departamento de Educação da Universidade Federal do Ceará (UFC) e pesquisador do Conselho de Educação do Ceará, Coordenador do Laboratório de Estudos e Pesquisas da Subjetividade (LEPS/UFC), articulista da Empresa Jornalística O Povo S. A., Coordenador do GT Filosofia Contemporânea da Associação Nacional de Pós Graduação e Pesquisa em Filosofia (ANPOF), Coordenador do Simpósio Internacional de Filosofia – Nietzsche/Deleuze. Atua nas áreas de Filosofia Contemporânea, Sociologia e Educação.
 
 

 

 
Nietzsche e os gregos: arte, memória e educação — assim falou Nietzsche v

Charles Feitosa. (org.)
Miguel Angel de Barrenechea. (org.)
Paulo Pinheiro. (org.)
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Traz à tona as reflexões da quinta edição do simpósio internacional Assim falou Nietzsche, que celebrou os 160 anos de nascimento do filósofo. Este livro, no qual se resgata o páthos vital que ele partilha com os gregos, aborda questões acerca da arte, da memória e da educação. Almeja-se retomar o espírito antidogmático que Nietzsche cultuou, sob a inspiração de filósofos antigos, mestres na arte de pensar e viver. Como os helenos, ele quis que a filosofia arejasse a vida, que o conhecimento não ficasse restrito aos profiláticos gabinetes acadêmicos. Inspirado nos gregos, tentou fazer da vida uma incessante criação, jamais permitindo que a precisão do pensamento limitasse a expansão da vida. (Ver A fidelidade à terra).

 
 

 

 
A fidelidade à terra: arte, natureza e política — assim falou Nietzsche IV

Charles Feitosa.(org.)
Miguel Angel de Barrenechea.(org.)
Paulo Pinheiro.(org.)
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Oriundo do simpósio A fidelidade à terra, integrante do evento periódico Assim falou Nietzsche, este livro reflete sobre o pensamento niet- zschiano e sua influência na cultura contemporânea. Nestes tempos niilistas, em que predominam o efêmero e o provisório, em que imperam a fugacidade dos projetos e a inconsistência dos valores, a proposta de permanecermos fiéis à terra é um sintoma da força de uma filosofia que agrega esforços pensantes quando tudo desmorona. O interesse renovado por sua obra comprova que Nietzsche vislumbrou questões fundamentais de nossa era. Na polifonia desta edição, ele não surge como o atiçador que conclama à uniformidade festiva, e sim convida à pluralidade crítica. (Ver Nietzsche e os gregos, p. 84.)