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  Fabiano Calixto
Poeta, ensaísta, tradutor e autor de Sanguínea (34 Letras, 2007) e Pão com bife (SM, 2007).
 
 

 

 
Os pioneiros do pragmatismo americano

John R. Shook.
Fabiano Calixto.
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Em torno de questões de lógica, estética, metafísica, epistemologia, ética e política, o autor apresenta o pensamento dos três pragmatistas clássicos: Charles S. Peirce, William James e John Dewey, que consagraram suas vidas a defender novas formas de descrever a existência pessoal e coletiva. Ele explora o modo pelo qual o conhecimento, a verdade e a realidade são compreendidos segundo a maneira pessoal e idiossincrática de cada um e conforme a natureza da investigação que se propuseram. Ao discorrer sobre os fundamentos da obra desses pensadores, John Shook, professor de filosofia da Universidade de Oklahoma (EUA), faz o inventário do vasto legado intelectual que a filosofia do Ocidente deles herdou.

 
 

 

 
A linha que nunca termina: pensando Paulo Leminski

André Dick.(org.)
Fabiano Calixto.(org.)
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Tributo a Paulo Leminski em razão dos sessenta anos de seu nascimento. A trajetória polifônica do escritor paranaense, falecido em 1989 em decorrência de cirrose hepática, é analisada de maneira híbrida por 43 autores que lhe desvelam, mediante ensaios, resenhas, depoimentos, poemas e ilustrações, as múltiplas faces: poeta, romancista, tradutor, músico, crítico, missivista, biógrafo, publicitário, agitador cultural. Segundo Delmo Montenegro, que assina um dos capítulos, “estudar Leminski — nosso Rimbaud budista- -nagô — pode ser a chave para o resgate do sentido inequívoco de nossa brasilidade”. O livro apresenta ainda uma cronologia de sua vida e um compêndio bibliográfico de sua produção.

 
 

 

 
A consciência do zero: antologia de infernos diversos (1978-2003)

Frederico Barbosa.
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Celebra os 25 anos da poesia de um dos mais relevantes autores contemporâneos brasileiros. Nesta antologia, espécie de guia de viagem em terra estrangeira, o poeta revela o lado mais angustiado e contundente de sua lavra: “Quando eu desisti/ de me matar/ já era tarde.// Desexistir/ já era um hábito.// Já disparara/ a autobala: cobra cega se comendo/ como quem cava/ a própria vala.// Já me queimara.// Pontes, estradas,/ memórias, cartas,/ toda saída dinamitada.// Quando eu desisti/ não tinha volta.// Passara do ponto,/ já não era mais/ a hora exata” (“Desexistir”). Os poemas de Frederico Barbosa foram traduzidos em coletâneas de diversos países, como Estados Unidos, Austrália, México, Espanha e Colômbia.