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  Frederico Guilherme Bandeira de Araujo
Doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), professor da UFRJ, no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR).
 
 

 

 
Saber sobre os homens, saber sobre as coisas: história e tempo, geografia e espaço, ecologia e natureza

Frederico Guilherme Bandeira de Araujo.
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A crise epistemológica do mundo de hoje traduz-se na necessidade de modos de saber sobre homens e coisas de caracteres distintos dos vigentes — em decorrência, respectivamente, do fracasso das teleologias historicistas dominantes e da crítica aos dogmas da ciência moderna. Este livro é uma reflexão sobre a problemática do conhecimento na sociedade ocidental. Volta-se ao entendimento de como se configura o quadro referencial ora em descrédito, desvelando as categorias história, geografia e ecologia, e suas respectivas ideias-suporte. Com esse intuito, empreende uma leitura acerca de como as questões do devir humano e da natureza são articuladas desde a eclosão da cultura grega originária até a modernidade.

 
 

 

 
Planejamento e território: ensaios sobre a desigualdade

Henri Acselrad.(ed.)
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Reflete sobre as ações planejadas que, reunindo sujeitos sociais e espaço herdado, permitem conceber estratégias de desenvolvimento expressivas de uma igualdade realizada no respeito à diferença e à diversidade. A escala da ação planejadora é vista não apenas como resultado de processos históricos de longa duração, mas também como fator estratégico na determinação do presente e do futuro do território social. Na perspectiva do combate às desigualdades socioespaciais, é aqui assinalado que um “jogo de escalas” articula diferentes arenas políticas e ambientes produtivos e que as próprias escalas — local, nacional e global — são objeto de confronto, assim como o são as relações interescalares.

 
 

 

 
Metrópoles e invisibilidades:
da política às lutas de sentidos da apropriação urbana

Catia Antonia da Silva.(org.)
Andrelino de Oliveira Campos.(org.)
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Descortinar as invisibilidades das metrópoles; trazer luz aos invisíveis, aos excluídos da sociedade, marginalizados de alguma forma – é este o foco deste livro. Os invisíveis são aqueles muitos sujeitos que também contribuem na estrutura produtiva das cidades, mas que têm acesso dificultado aos direitos sociais e às políticas publicas, bem como não possuem lugar garantido no sistema de divisão do território em propriedades. Por não se encaixarem claramente em nenhuma parcela, costumam ser malvistos por grande parte da sociedade e não ganham a atenção das autoridades.