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  Júlia Adão Bernardes
Doutora em Geografia Humana pela Universidad de Barcelona. Professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Colaboradora da UFRJ. Professora e conselheira/colaboradora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Membro de corpo editorial da Revista Tamoios.
 
 

 

 
O Brasil, a América Latina e o mundo: espacialidades contemporâneas – V. II

Aureanice de Mello Corrêa. (org.)
Márcio Piñon de Oliveira. (org.)
Maria Célia Nunes Coelho. (org.)
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Este livro é resultado do VII Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia (Anpege), realizado em setembro de 2007 na UFF, em Niterói (RJ). Em meio a diferentes campos do conhecimento, busca-se uma estrutura que proporcione o debate científico e acadêmico em torno da categoria “espaço”. Do espaço da vida social e de sua reprodução cotidiana, articulada em diferentes escalas, ao das fronteiras e dos conflitos mundiais, nacionais e regionais e das grandes questões econômicas, políticas e culturais do mundo de hoje, examina-se a dimensão geográfica pertinente ou contingente e aponta-se para possíveis caminhos a percorrer e enfrentar.

 
 

 

 
Modernização e território:
Entre o passado e o presente do Norte Fluminense

Júlia Adão Bernardes.(org.)
Catia Antonia da Silva.(org.)
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O estado do Rio de Janeiro está no centro da questão envolvendo a divisão dos royalties do petróleo e, nesse cenário, o Norte Fluminense entra em foco, já que é uma das principais regiões produtoras desse recurso natural no país. No entanto, também é uma das regiões fluminenses com mais sinais de contradições e desigualdades. Ao mesmo tempo que é uma das mais ricas quando se considera o Produto Interno Bruto (PIB), tem alguns dos piores indicadores sociais do estado. Tendo isso em vista, esta coletânea, organizada pelas geógrafas Júlia Adão Bernardes e Catia Antonia da Silva, traça um panorama das transformações espaciais em curso no Norte Fluminense, com enfoque na crise do setor sucroalcooleiro e na emergência de novos usos do território no contexto da modernização.

 
 

 

 
Metrópole: governo, sociedade e território

Catia Antonia da Silva.(org.)
Désirée Guichard Freire.(org.)
Floriano José Godinho de Oliveira.(org.)
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No processo de reestruturação econômica e política do capitalismo mundial, o debate sobre a questão metropolitana é fundamental para compreender os elos entre a modernização seletiva, orientada para a recomposição da taxa de lucro do capital, e o desmonte de direitos sociais. Sobretudo nos países capitalistas periféricos, as metrópoles apresentam assimetrias econômicas, políticas e sociais, além de lutas e experiências históricas representativas dos impasses no atual contexto de intensificação de desigualdades socioespaciais. Este livro esmiúça o quadro complexo dos desafios práticos e teóricos à produção científica e à ação política orientada para as transformações sociais.

 
 

 

 
Espaço e energia:
Mudanças no paradigma sucroenergético

Júlia Adão Bernardes.(org.)
Catia Antonia da Silva.(org.)
Roberta Carvalho Arruzzo.(org.)
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Compreender as mudanças no setor sucroenergético no contexto nacional, considerando a conjuntura atual marcada por diversas transformações econômicas, políticas e sociais que impactam a escala regional. Esse é o objetivo dos 18 pesquisadores reunidos neste livro, resultado do seminário “Reestruturação do setor sucroenergético brasileiro: novas e velhas espacialidades”, que ocorreu em 2012 na UFRJ.

 
 

 

 
As novas fronteiras do agronegócio:
transformações territoriais em Mato Grosso

Júlia Adão Bernardes.(org.)
Ève Anne Buhler.(org.)
Marcos Vinícius Velozo da Costa.(org.)
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Os textos, aqui reunidos, representam um estudo coletivo, valorizado pelo trabalho de campo, e produzidos por pesquisadores de diferentes titulações e saberes diversos. O livro trata de transformações econômicas que exigem uma leitura geográfica, considerando que o conceito de espaço é de grande valia para interpretar as estratégias modernizantes dos processos econômicos. Avalia situações concretas, explicita relações sociais que ameaçam outras formas de sobreviver. Nossa intenção com esta publicação é tornar mais transparentes as implicações de ordem socioespacial da expansão do agronegócio e seus determinantes, procurando identificar o novo padrão de acumulação e analisar o arranjo espacial no atual período técnico-científico-informacional.