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Lançamentos
 
 

 

 
150 anos de subúrbio carioca

Márcio Piñon de Oliveira.(org.)
Nelson da Nóbrega Fernandes.(org.)
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Com um olhar crítico sobre a expansão urbana no Rio de Janeiro, 150 anos de subúrbio carioca reúne textos de pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento, inicialmente apresentados em colóquio de mesmo nome realizado pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas Urbanas (Neurb), da Universidade Federal Fluminense (UFF), em 2008. O livro, ricamente ilustrado com fotos, analisa desde a ocupação inicial do subúrbio, passando pelo desenvolvimento dos transportes públicos, pela criação de vilas operárias, até representações culturais dessas áreas, como o filme Rio, Zona Norte, de Nelson Pereira do Santos. Assim lança luz sobre aspectos que o pensamento dominante, na sua visão fortemente estigmatizada, acaba por ignorar.

 
 

 

 
Capitalismo globalizado e recursos territoriais: fronteiras da acumulação no Brasil contemporâneo

Vários autores.
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A expansão das fronteiras da acumulação no Brasil articula-se com mecanismos de exploração do trabalho. Há uma desestabilização de formas produtivas baseadas na exploração coletiva de recursos de uso comum e responsáveis pela reprodução da biodiversidade e de recursos ambientais ameaçados de escassez e estratégicos para o país; ou seja, de formas que são uma contraposição aos efeitos degradantes das monoculturas e indústrias intensivas em recursos naturais. Este livro, iniciativa de laboratórios acadêmicos dedicados à pesquisa social aplicada ao território, reflete sobre os desafios para que o Brasil, por meio de seus vastos recursos territoriais, liberte-se de sua inaceitável desigualdade social.

 
 

 

 
Cartografia da ação social e movimentos da sociedade: desafios das experiências urbanas

Ana Clara Torres Ribeiro.(org.)
Andrelino de Oliveira Campos.(org.)
Catia Antonia da Silva.(org.)
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Os textos deste livro enfrentam o desafio de compreensão do mundo marcado pelo advento da comunicação e da informação exacerbada, pela valorização da estética frente à ética, pela aceleração do tempo/mundo e pelo sucateamento das formas históricas de ensinar. Tudo parece perder valor epistemológico com rapidez. Contra a racionalidade técnica instrumental hegemônica, que valoriza o reconhecimento dos grandes agentes, a abstração exacerbada e a falta de diálogo, o livro trata de um desafio enigmático para as ciências sociais: compreender, apreender e representar o movimento da sociedade: reivindicações, protestos, desejos, desencantos, sonhos, caminhadas, sentimentos, relações de poder em produção – elementos que remetem a alma humana coletiva, difícil de representar porque é tradição representar/cartografar objetos, fluxos, indivíduos, produções, resultados de relações de poder. Estes temas podem ser interpretados como weberianos, lefebvrevianos, miltonsantianos, certeaunianos ou freireanos.

 
 

 

 
Deslocamentos na formação de professores:
aprendizagem de adultos, experiência e políticas cognitivas

Rosimeri de Oliveira Dias.
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A discussão da aprendizagem de adultos e da formação de professores torna-se indispensável quando pensamos na dimensão da problemática em solo brasileiro e nos inúmeros programas governamentais e não-governamentais que buscam enfrentá-la. Neste livro, Rosimeri de Oliveira Dias busca abordar a questão a partir de deslocamentos nas políticas cognitivas com a perspectiva de desestabilizar a hegemonia que vêm operando no esquema de totalização da informação. Marisa Lopes da Rocha

 
 

 

 
Didática e prática de ensino de língua portuguesa e literatura: desafios para o século XXI

Lucelena Ferreira.(org.)
Anabelle Loivos Considera Conde Sangenis.(org.)
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Didática e prática de ensino de língua portuguesa e literatura: desafios para o século XXI reforça a importância de se refletir sobre estas disciplinas nos cursos de formação para o magistério, num momento em que tanta ênfase se dá à formação continuada, e em que se pensa a língua e sua tradução literária como formas discursivas capazes de ampliar textos, horizontes e sonhos de quem ensina e de quem aprende — professores e alunos, em delicado vice-versa. Para o debate, Lucelena Ferreira e Anabelle Loivos Considera Conde Sangenis reuniram nove artigos de autores com reconhecida competência de pesquisa e reflexão na área, que ministram disciplinas pedagógicas de língua portuguesa e literatura em cursos de pedagogia e letras. O desejo é contribuir para traçar um panorama teórico e prático do que vem sendo feito pelo Brasil nessas disciplinas, com foco em seus atuais desafios.

 
 

 

 
Identidades docentes 1

Dóris Maria Luzzardi Fiss.(org.)
Laura Souza Fonseca.(org.)
Leonidas Roberto Taschetto.(org.)
Martha Marlene Wankler Hoppe.(org.)
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Com base em reflexões feitas por professores de diferentes instituições de ensino superior, este livro tem como foco a experiência da docência, os processos de formação discente e a produção de identidades advinda dessa convivência. A partir de relatos com referenciais teórico-metodológicos variados, são apresentadas investigações em temas atuais, como práticas formativas da educação de jovens e adultos (EJA), pedagogia, matemática, artes cênicas e segurança pública. Busca-se manter aceso o diálogo que faz da docência um saber heterogêneo e plural, ressaltando a relação professor/aluno como elemento indissociável para a compreensão do trabalho docente e da formação discente.

 
 

 

 
Intervenção socioanalítica em conselhos tutelares

Maria Lívia do Nascimento.(org.)
Estela Scheinvar.(org.)
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Produto de uma prática de estágio curricular do curso de psicologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) em conselhos tutelares (CTs) do estado do Rio de Janeiro, apresenta a produção construída nesses espaços, buscando efetivar uma rede de debates. A instituição do estágio, as práticas de assistência à criança e ao adolescente, o mundo da norma jurídica, as subjetividades circulantes, as tensões políticas locais e nacionais, as demandas no campo da psicologia e outras discussões construíram os textos reunidos neste livro. A partir de uma abordagem socioanalítica, contribui com a problematização da formação e das práticas profissionais, das propostas políticas e das práticas de assistência social no Brasil de hoje, entendendo-as como históricas e, portanto, em constante circulação.

 
 

 

 
Itinerários de pesquisa: perspectivas qualitativas em sociologia da educação

Nadir Zago.(org.)
Marília Pinto de Carvalho.(org.)
Rita Amélia Teixeira Vilela.(org.)
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Aprofunda a discussão teórica e metodológica ensejada pela investigação e estudo de situações reais no campo da educação. Contempla as indagações centrais da pesquisa qualitativa em sociologia da educação, que talvez atendam a resumir-se a uma pergunta principal: qual o papel social dessas investigações? Os autores aqui reunidos expõem algumas das questões com que se defrontaram e as soluções que puderam desenvolver no decurso de atividades determinadas e próprias de investigação sociológica.

 
 

 

 
O sujeito-arquiautor: conflitos do discurso urbano e midiático

Walcler de Lima Mendes Junior.
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Investiga o discurso de hegemonia da indústria cultural e levanta a suspeita aflitiva de que as construções identitárias e a sociabilidade dos indivíduos estariam vulneráveis ao poder persuasivo dessa indústria. De quebra, procura estabelecer uma crítica entre os discursos da indústria cultural e as demais construções discursivas de urbanidade e identidade impactadas pela ação de forças paradigmáticas, de Haussmann a Corbusier. Propõe não só identificar o movimento de metropolização dos costumes e desenvolvimento da comunicação de massa como captar, no problema, pistas e sintomas que permitam suspeitar da existência de algo que escape ao espetáculo, capaz de indicar uma fissura na dominação do discurso hegemônico.

 
 

 

 
Por que ler? Perspectivas culturais do ensino da leitura

Tania Dauster.(org.)
Lucelena Ferreira.(org.)
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Discute o ensino da leitura e da escrita, tendo como contexto o curso de pedagogia. Entre outros assuntos, abordam-se: métodos históricos de letramento; o ensino de filosofia e técnicas de argumentação; rodas de leitura; diferenças entre a leitura oral e a silenciosa; a escrita autoral como forma de autodescoberta; o impacto do mangá e sua predominância pictórica na formação de novos leitores; as idiossincrasias da escrita “pessoal” e da “acadêmica”. Examinam-se, como objeto de pesquisa, as formas pelas quais os usuários leem e escrevem no cotidiano, dinâmica fundamental para ensejar uma resposta (entre muitas possíveis) à pergunta que dá nome ao livro: ler para compor a própria biografia.

 
 

 

 
Território e ação social: sentidos da apropriação urbana

Catia Antonia da Silva.(org.)
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O desafio contemporâneo é a compreensão da metrópole e da vida urbana numa conjuntura atravessada pela perturbação de entendimento do mundo. Assim, identificar o significado do que é território e do que é ação é fundamental junto aos estudos acadêmicos, visto que estão eivados por noções difusas na vida social, contaminadas por tendências muitas vezes perigosas por fortalecer práticas conservadoras e coercitivas da vida social. Da mesma forma, o excesso de ativismo (campanhas e propagandas por cidadania) confunde a compreensão do que é ação social, limitando os imaginários verdadeiramente emancipatórios e escamoteando relações de poder. Este livro está dedicado a análise conceitual, teórica e metodológica do conceito de território à luz dos contextos urbanos. Análises das relações entre economia política e espaço tornaram-se um desafio a ser discutido por diversos autores da geografia, da sociologia e da história.