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Geografia
 
 

 

 
150 anos de subúrbio carioca

Márcio Piñon de Oliveira.(org.)
Nelson da Nóbrega Fernandes.(org.)
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Com um olhar crítico sobre a expansão urbana no Rio de Janeiro, 150 anos de subúrbio carioca reúne textos de pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento, inicialmente apresentados em colóquio de mesmo nome realizado pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas Urbanas (Neurb), da Universidade Federal Fluminense (UFF), em 2008. O livro, ricamente ilustrado com fotos, analisa desde a ocupação inicial do subúrbio, passando pelo desenvolvimento dos transportes públicos, pela criação de vilas operárias, até representações culturais dessas áreas, como o filme Rio, Zona Norte, de Nelson Pereira do Santos. Assim lança luz sobre aspectos que o pensamento dominante, na sua visão fortemente estigmatizada, acaba por ignorar.

 
 

 

 
A cidade estratégica: nova retórica e velhas práticas no planejamento do Rio de Janeiro — a impostura do porto de Sepetiba

Giuseppe Cocco .(org.)
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Analisa o planejamento do Rio de Janeiro dos anos 1990, início da abertura da economia brasileira aos fluxos da globalização. A convergência de interesses para a revitalização da cidade, por parte tanto de setores da economia civil quanto das instâncias municipal, federal e estadual do governo, resultou numa década marcada pela definição de rumos prioritários para a capital carioca. O Planejamento Estratégico, o Rio Cidade, a despoluição da baía de Guanabara e o porto de Sepetiba são alguns dos aspectos desse consenso. Este livro apresenta um balanço crítico das grandes obras realizadas e revela a inércia, por trás de um discurso novo, das velhas práticas de planejamento autoritário e tecnocrático.

 
 

 

 
A duração das cidades: sustentabilidade e risco nas políticas urbanas

Henri Acselrad.(org.)
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Propõe enfrentar o desafio imposto pela expansão do fenômeno metropolitano. A questão central é: como pensar e construir, no presente, o futuro desejável, democrático e justo das cidades? O gigantismo das aglomerações urbanas, a complexidade da teia de relações múltiplas, contraditórias e centrífugas e as tensões político-sociais têm constituído o cerne da problemática a ser debelada pelas instâncias municipais e pelo governo federal. O esgotamento do modelo convencional de gestão urbana e o caos resultante da inépcia dos administradores tradicionais põem em pauta a elaboração de novos projetos para as cidades, fundamentados em participação democrática, transparência e responsabilidade socioambiental.

 
 

 

 
A mobilização produtiva dos territórios: instituições e logística do desenvolvimento local

Frédéric Monié.(org.)
Gerardo Silva.(org.)
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Congrega análises acerca das interfaces produtivas dos territórios, da logística e do desenvolvimento local. Entre outros temas, abordam-se os “projetos de aglomeração”, a cidade portuária como difusora de arranjos institucionais, comunidades portuárias na Europa setentrional e a relação entre Estados e multinacionais nos fluxos de mercado da globalização. Estudos sobre o caso brasileiro demonstram haver enorme dificuldade na implementação de políticas públicas locais e regionais inovadoras. Uma nova concepção de logística, como processo de constituição de um espaço público de circulação, é desvelada de modo a colaborar em formas mais integradas e sustentáveis de mobilização produtiva dos territórios.

 
 

 

 
Aprendendo com filmes:
O cinema como recurso didático para o ensino da geografia

Rejane Cristina de Araujo Rodrigues.
Fabio Tadeu de Macedo Santana .
Leopoldo Carriello Erthal .
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Um livro para quem ama cinema e reconhece na sétima arte inúmeras possibilidades de aprender. Aprender geografia, aprender história, aprender sobre diferentes culturas. Aprender objetiva e subjetivamente. Aprender com o filme e saltar para outros filmes, livros e links. E continuar aprendendo. Os autores analisam 10 filmes com o olhar atento do professor que amplia as possibilidades de aplicação do material em sala de aula.

 
 

 

 
As novas fronteiras do agronegócio:
transformações territoriais em Mato Grosso

Júlia Adão Bernardes.(org.)
Ève Anne Buhler.(org.)
Marcos Vinícius Velozo da Costa.(org.)
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Os textos, aqui reunidos, representam um estudo coletivo, valorizado pelo trabalho de campo, e produzidos por pesquisadores de diferentes titulações e saberes diversos. O livro trata de transformações econômicas que exigem uma leitura geográfica, considerando que o conceito de espaço é de grande valia para interpretar as estratégias modernizantes dos processos econômicos. Avalia situações concretas, explicita relações sociais que ameaçam outras formas de sobreviver. Nossa intenção com esta publicação é tornar mais transparentes as implicações de ordem socioespacial da expansão do agronegócio e seus determinantes, procurando identificar o novo padrão de acumulação e analisar o arranjo espacial no atual período técnico-científico-informacional.

 
 

 

 
Cartografia da ação social e movimentos da sociedade:
desafios das experiências urbanas

Ana Clara Torres Ribeiro.(org.)
Andrelino de Oliveira Campos.(org.)
Catia Antonia da Silva.(org.)
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Os textos deste livro enfrentam o desafio de compreensão do mundo marcado pelo advento da comunicação e da informação exacerbada, pela valorização da estética frente à ética, pela aceleração do tempo/mundo e pelo sucateamento das formas históricas de ensinar. Tudo parece perder valor epistemológico com rapidez. Contra a racionalidade técnica instrumental hegemônica, que valoriza o reconhecimento dos grandes agentes, a abstração exacerbada e a falta de diálogo, o livro trata de um desafio enigmático para as ciências sociais: compreender, apreender e representar o movimento da sociedade: reivindicações, protestos, desejos, desencantos, sonhos, caminhadas, sentimentos, relações de poder em produção – elementos que remetem a alma humana coletiva, difícil de representar porque é tradição representar/cartografar objetos, fluxos, indivíduos, produções, resultados de relações de poder. Estes temas podem ser interpretados como weberianos, lefebvrevianos, miltonsantianos, certeaunianos ou freireanos.

 
 

 

 
Educação geográfica em foco

Augusto César Pinheiro da Silva.
Rejane Cristina de Araujo Rodrigues.
Maria Alice Alkmim Andrade.
Thiago Villela.
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Este livro procura levar aos professores de geografia do Ensino Fundamental e do Ensino Médio a constante reflexão sobre as suas bases pedagógicas e temáticas na produção dos saberes docente e discente. A autonomia profissional dos professores se faz, também, pela necessidade de eles buscarem instrumentos conceituais educativos que possibilitem uma (re)leitura competente do mundo, visto que as transformações espaciais ocorrem em uma velocidade cada vez maior.

 
 

 

 
Empresários e empregos nos novos territórios produtivos: o caso da Terceira Itália

Alexander Patez Galvão.(org.)
André Urani.(org.)
Giuseppe Cocco .(org.)
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É um livro voltado para o debate brasileiro em torno das estratégias para a geração de empregos. A experiência italiana é apropriada, pois a região, tradicionalmente pobre e devastada pela Segunda Guerra, tornou-se uma das mais prósperas da Europa, com a melhor renda per capita e a menor taxa de desemprego. Como em tão pouco tempo se deu a transformação, calcada nos distritos industriais formados por pequenas e médias empresas e num contexto democrático mas de fortes instabilidades políticas, é o que se pode ler nesta obra. O exemplo da Terceira Itália merece ser estudado, pois, se bem assimilado, poderá rever alguns rumos da história brasileira.

 
 

 

 
Espaço e energia:
Mudanças no paradigma sucroenergético

Júlia Adão Bernardes.(org.)
Catia Antonia da Silva.(org.)
Roberta Carvalho Arruzzo.(org.)
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Compreender as mudanças no setor sucroenergético no contexto nacional, considerando a conjuntura atual marcada por diversas transformações econômicas, políticas e sociais que impactam a escala regional. Esse é o objetivo dos 18 pesquisadores reunidos neste livro, resultado do seminário “Reestruturação do setor sucroenergético brasileiro: novas e velhas espacialidades”, que ocorreu em 2012 na UFRJ.

 
 

 

 
Metrópoles e invisibilidades:
da política às lutas de sentidos da apropriação urbana

Catia Antonia da Silva.(org.)
Andrelino de Oliveira Campos.(org.)
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Descortinar as invisibilidades das metrópoles; trazer luz aos invisíveis, aos excluídos da sociedade, marginalizados de alguma forma – é este o foco deste livro. Os invisíveis são aqueles muitos sujeitos que também contribuem na estrutura produtiva das cidades, mas que têm acesso dificultado aos direitos sociais e às políticas publicas, bem como não possuem lugar garantido no sistema de divisão do território em propriedades. Por não se encaixarem claramente em nenhuma parcela, costumam ser malvistos por grande parte da sociedade e não ganham a atenção das autoridades.

 
 

 

 
Modernização e território:
Entre o passado e o presente do Norte Fluminense

Júlia Adão Bernardes.(org.)
Catia Antonia da Silva.(org.)
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O estado do Rio de Janeiro está no centro da questão envolvendo a divisão dos royalties do petróleo e, nesse cenário, o Norte Fluminense entra em foco, já que é uma das principais regiões produtoras desse recurso natural no país. No entanto, também é uma das regiões fluminenses com mais sinais de contradições e desigualdades. Ao mesmo tempo que é uma das mais ricas quando se considera o Produto Interno Bruto (PIB), tem alguns dos piores indicadores sociais do estado. Tendo isso em vista, esta coletânea, organizada pelas geógrafas Júlia Adão Bernardes e Catia Antonia da Silva, traça um panorama das transformações espaciais em curso no Norte Fluminense, com enfoque na crise do setor sucroalcooleiro e na emergência de novos usos do território no contexto da modernização.

 
 

 

 
Nova economia das iniciativas locais: uma introdução ao pensamento pós-global

Hassan Zaoual.
Michel Thiollent. (trad.)
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Examina, mediante o esboço de um paradigma em gestação nas ruínas da globalização, a problemática do desenvolvimento local, questionando os pressupostos econômicos, filosóficos e culturais do modelo neoliberal. Com base no conceito de sítio simbólico de pertencimento, propõe uma nova visão da economia e da gestão das iniciativas locais e de territórios. Modernidade e desenvolvimento deixaram de ser um modelo exclusivo a ser seguido por todos os povos. O novo conhecimento em construção sugere uma pluralidade de caminhos para os atores sociais conduzirem seus próprios destinos, com espírito empreendedor, mas respeitando a diversidade cultural e a ética de não violência.

 
 

 

 
O Brasil, a América Latina e o mundo: espacialidades contemporâneas – V. I

Aureanice de Mello Corrêa. (org.)
Márcio Piñon de Oliveira. (org.)
Maria Célia Nunes Coelho. (org.)
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Este livro é resultado do VII Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia (Anpege), realizado em setembro de 2007 na UFF, em Niterói (RJ). Em meio a diferentes campos do conhecimento, busca-se uma estrutura que proporcione o debate científico e acadêmico em torno da categoria “espaço”. Do espaço da vida social e de sua reprodução cotidiana, articulada em diferentes escalas, ao das fronteiras e dos conflitos mundiais, nacionais e regionais e das grandes questões econômicas, políticas e culturais do mundo de hoje, examina-se a dimensão geográfica pertinente ou contingente e aponta-se para possíveis caminhos a percorrer e enfrentar.

 
 

 

 
O Brasil, a América Latina e o mundo: espacialidades contemporâneas – V. II

Aureanice de Mello Corrêa. (org.)
Márcio Piñon de Oliveira. (org.)
Maria Célia Nunes Coelho. (org.)
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Este livro é resultado do VII Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia (Anpege), realizado em setembro de 2007 na UFF, em Niterói (RJ). Em meio a diferentes campos do conhecimento, busca-se uma estrutura que proporcione o debate científico e acadêmico em torno da categoria “espaço”. Do espaço da vida social e de sua reprodução cotidiana, articulada em diferentes escalas, ao das fronteiras e dos conflitos mundiais, nacionais e regionais e das grandes questões econômicas, políticas e culturais do mundo de hoje, examina-se a dimensão geográfica pertinente ou contingente e aponta-se para possíveis caminhos a percorrer e enfrentar.

 
 

 

 
Percursos geográficos

Maria do Carmo Corrêa Galvão.
Gisela Aquino Pires do Rio.(ed.)
Maria Célia Nunes Coelho.(ed.)
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Reúne onze trabalhos de Maria do Carmo Corrêa Galvão, decana da geografia brasileira, que ajudou a implantar, e por dez anos coordenou, o programa de pós-graduação da UFRJ na área. Publicados em diferentes livros e periódicos ao longo de quase trinta anos entre o mais recente e o mais antigo, os textos (estabelecidos por Gisela Aquino Pires do Rio e Maria Célia Nunes Coelho) mostram que a autora não se ateve a nenhuma das vertentes dessa ciência: temas tão diversos como “Características da geografia dos transportes no Brasil” e “Aspectos da geografia agrária do sertão carioca” sintetizam o pensamento de Maria do Carmo, para quem a geografia deveria integrar o meio físico à organização social.

 
 

 

 
Planejamento e território: ensaios sobre a desigualdade

Henri Acselrad.(ed.)
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Reflete sobre as ações planejadas que, reunindo sujeitos sociais e espaço herdado, permitem conceber estratégias de desenvolvimento expressivas de uma igualdade realizada no respeito à diferença e à diversidade. A escala da ação planejadora é vista não apenas como resultado de processos históricos de longa duração, mas também como fator estratégico na determinação do presente e do futuro do território social. Na perspectiva do combate às desigualdades socioespaciais, é aqui assinalado que um “jogo de escalas” articula diferentes arenas políticas e ambientes produtivos e que as próprias escalas — local, nacional e global — são objeto de confronto, assim como o são as relações interescalares.

 
 

 

 
Saber sobre os homens, saber sobre as coisas: história e tempo, geografia e espaço, ecologia e natureza

Frederico Guilherme Bandeira de Araujo.
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A crise epistemológica do mundo de hoje traduz-se na necessidade de modos de saber sobre homens e coisas de caracteres distintos dos vigentes — em decorrência, respectivamente, do fracasso das teleologias historicistas dominantes e da crítica aos dogmas da ciência moderna. Este livro é uma reflexão sobre a problemática do conhecimento na sociedade ocidental. Volta-se ao entendimento de como se configura o quadro referencial ora em descrédito, desvelando as categorias história, geografia e ecologia, e suas respectivas ideias-suporte. Com esse intuito, empreende uma leitura acerca de como as questões do devir humano e da natureza são articuladas desde a eclosão da cultura grega originária até a modernidade.

 
 

 

 
Território e ação social: sentidos da apropriação urbana

Catia Antonia da Silva.(org.)
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O desafio contemporâneo é a compreensão da metrópole e da vida urbana numa conjuntura atravessada pela perturbação de entendimento do mundo. Assim, identificar o significado do que é território e do que é ação é fundamental junto aos estudos acadêmicos, visto que estão eivados por noções difusas na vida social, contaminadas por tendências muitas vezes perigosas por fortalecer práticas conservadoras e coercitivas da vida social. Da mesma forma, o excesso de ativismo (campanhas e propagandas por cidadania) confunde a compreensão do que é ação social, limitando os imaginários verdadeiramente emancipatórios e escamoteando relações de poder. Este livro está dedicado a análise conceitual, teórica e metodológica do conceito de território à luz dos contextos urbanos. Análises das relações entre economia política e espaço tornaram-se um desafio a ser discutido por diversos autores da geografia, da sociologia e da história.

 
 

 

 
Território, territórios: ensaios sobre o ordenamento territorial

Vários autores.
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O singular e o plural deste título, justapostos, implicam uma visão ao mesmo tempo una e múltipla da geografia. Tanto quanto a antiga dicotomia sociedade/natureza, a noção de território(s) deve superar o dualismo social/espacial que marca a maior parte do discurso das ciências sociais. Ao mesmo tempo que se reconhece ser o território um componente indissociável de todos os processos sociais, deve-se reconhecer também o caráter uno/ múltiplo das especificidades das problemáticas que ele expressa. A edição inclui aulas inaugurais proferidas por Milton Santos e Bertha Becker, respectivamente, aos cursos de mestrado e doutorado do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFF.

 
 

 

 
Territórios produtivos: oportunidades e desafios para o desenvolvimento local

Gerardo Silva.(org.)
Giuseppe Cocco .(org.)
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A experiência da Terceira Itália revela a existência de condições e oportunidades que permitem apostar em redes de pequenas e microempresas. Este livro centra-se nas preocupações mais atuais da problemática dos distritos industriais, apontando para inflexões necessárias nas contribuições já elaboradas. O planejamento centralizado e tecnocrático deixou de ser, há muito tempo, eficiente como política pública de desenvolvimento, e não apenas no Brasil. Em contrapartida, as estratégias de desenvolvimento que valorizam a dimensão local afirmam-se cada vez mais como alternativa viável para a reconstituição dos vínculos produtivos entre agentes, comunidades e instituições do governo.

 
 

 

 
Zona Oeste revisitada:
memória, patrimônio e identidade

Maria Amália Silva Alves de Oliveira.
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“O Rio de Janeiro é uma das cidades mais famosas do Brasil. Por ser tão citada e reconhecida pela grande imprensa, pela literatura, pelo cinema, acabamos, contraditoriamente, conhecendo pouco para além daquilo que é exibido e consumido nos veículos de comunicação e nos meios de cultura. Essas dinâmicas entre exposição e encobrimento, entre fala e silêncio, entre imagem e sombra fazem com que a cidade seja lida quase sempre no singular. Ela encanta por suas belezas mais conhecidas e reconhecidas. Enquanto isso, outras maravilhas ficam restritas, resguardadas e acessíveis somente aos nativos dos lugares em que se encontram.”