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Infantis e juvenis
 
 

 

 
A menina e a bolsa da menina

Lucia Castello Branco.
Thais Linhares.(ilustr.)
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Bolsa como metáfora para ganhar o mundo e a imaginação — eis a forma como Lucia Castello Branco, professora de literaturas brasileira e portuguesa da UFMG, transforma um objeto tão almejado por meninas em metonímia de viagem, descoberta, autoconhecimento. Com habilidade de ourives, a autora não trata o público infantil e juvenil feito criança; lá pelas tantas ajunta ao substantivo “brinquedo” o misterioso adjetivo “inconsútil” — o que enseja outra possível função: bolsa para guardar palavras novas. A história rende homenagem ao escritor Wander Piroli, autor de O menino e o pinto do menino. A ilustradora Thais Linhares recebeu em 2002 a menção de Altamente Recomendável para Crianças e Jovens pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).

 
 

 

 
Filomena

Carlos Augusto Nazareth.
Elvira Vigna.(Ilustr.)
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Maria Filomena, “ruiva, cabelos cor de fogo, sardas cor de ferrugem”, é uma menina curiosa que gosta de esconder-se no sótão para pensar. Filha única, tem na leal Berenice sua melhor amiga. Encanta-a o lá-fora do mundo, o “cheiro de vida” que recende da terra, do vento, da chuva. Aos “doze anos muito falantes”, Filó confronta-se com experiências e sentimentos desconhecidos: seu coração passa a bater mais forte por Bernardo, namorado de Berenice; seu corpo ameaça tomar contornos de mulher; sua mãe lhe diz que precisam se mudar. E é nisto que reside a riqueza do livro, que inclui um “álbum de retratos” feito de pinturas a óleo: na capacidade de enfrentar o novo, por maiores que sejam os temores.

 
 

 

 
Finnício Riovém

Donaldo Schüler.
Cristiane Löff.(Ilustr.)
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Adaptação para o público infantojuvenil de Finnegans Wake, de James Joyce, um dos livros mais intrigantes da literatura ocidental do século XX. Premiado com o Jabuti de 2004 por Finnicius Revém, tradução do mesmo romance, Donaldo Schüler empreende aqui exitosa reinvenção literária por meio da criatividade e da irreverência no trato com o léxico, mantendo o fio da fábula, os personagens e episódios centrais da história, sem abrir mão dos trocadilhos e dos neologismos: “Você está vendo aquele edifício? É feito de tijolos, ferro, cimento, vidro… Agora feche os olhos, o que você está vendo é um imagifício”. As ilustrações de Cristiane Löff compõem a obra em apurada sintonia com o texto.

 
 

 

 
O gato Tom e o tigre Tim

Iacy Rampazzo.
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Questões como liberdade, coragem e responsabilidade são tratadas com delicadeza e bom humor por meio dos felinos Tom, o gato, e Tim, o tigre. As ilustrações estabelecem interação direta com o texto, criando um cenário de sensibilidade gráfica e tipologia lúdica. Iacy Rampazzo é médica e exerceu a pediatria durante doze anos. Ela desenvolveu a técnica Trabalho Elementar do Corpo (TEC), baseada na evolução natural da criança, na reeducação dos sentidos e na construção da infraestrutura afetiva. Elvira Vigna acumula diversos prêmios no currículo — Jabuti, Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), Instituto Noma do Japão —, além da participação em bienais internacionais de design gráfico e ilustração.

 
 

 

 
Para onde vai a vida? As aventuras e desventuras de Joca Boca-Suja, o menor maior mentiroso do mundo

Luiz Bras.
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Joca Boca-Suja é um menino ruivo e bochechudo que deseja saber para onde as pessoas vão, de onde vêm, para onde a vida segue. Logo no início da história, diz ao narrador ter sido sequestrado por seis palhaços mutantes que o acorrentaram num porão imundo com dois leões famintos, “malucos por quindim e cocada”. Este é o primeiro livro publicado de Luiz Bras, “alguém de carne e osso, mas de pura fantasia”, supernome literário de Nelson de Oliveira. Mas que não se pense tratar-se da mesma pessoa, pois “o Luiz é muito mais velho, muito mais experiente, muito mais bonito — muito mais tudo! — do que o Nelson”. As ilustrações de Thais Linhares dão asas à delirantemente saudável imaginação do pequeno Joca.

 
 

 

 
Pensar com Foucault

Walter Omar Kohan.(org. e trad.)
Elvira Vigna.(ilustr.)
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Este livro é um convite a entrar na filosofia pelas mãos de Foucault, um dos pensadores contemporâneos mais potentes, diretamente, sem intermediários, sem mediações, frente a frente, pensamento a pensamento, vida a vida, de olhos abertos e dispostos a colocar em questão o que hoje nos parece certo e inquestionável. Pensar com Foucault é uma iniciação, uma tentativa de encontro. A força de Michel Foucault não está apenas em suas ideias, teorias ou conceitos, mas também no estilo de pensamento e de escrita que atravessa os saberes e os modos tradicionais de se relacionar com eles, que explode as disciplinas, as faz repensar e repensar-se a si próprias: filosofia, antropologia, sociologia, história, medicina social, direito, entre tantas outras. Não existe área das ciências humanas e sociais que de alguma forma não se veja direta ou indiretamente afetada pelo pensador e que não possa tirar proveito de suas contribuições. Mas também não se trata apenas disso: no caso de Foucault, o que está em jogo é a própria tarefa do intelectual, seu sentido, a relação entre o campo das ideias e a vida individual e coletiva em que essas ideias se colocam em jogo.

 
 

 

 
Pensar com Heráclito

Walter Omar Kohan.(org. e trad.)
Elvira Vigna.(ilustr.)
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Heráclito é um enigma impossível de decifrar e impossível de não querer decifrar. Ele escreveu apenas um livro, do qual conservamos mais de cem fragmentos, sendo alguns muitos curtos, só palavras soltas. Mesmo assim, a força de seu pensamento é notável. Os fragmentos abordam quase todos os temas: política, religião, ética, estética, antropologia, entre outros. O estilo é tão forte e próprio, que Hegel lhe atribuiu ser o fundador da dialética. É difícil que qualquer ser humano, filósofo ou não, não se sinta tocado pela sua potência e vitalidade. Nada em Heráclito é simples, de uma única forma. O enigma de Heráclito é também o enigma da filosofia, essa tentativa louca de compreender o que somos, onde estamos, para que vivemos. Disso tratam, com singular brilho e força enigmática, estes fragmentos, que nada afirmam ou negam, mas dão sinais de que o leitor, cada leitor, decifra na experiência da leitura.

 
 

 

 
Pensar com Sócrates

Walter Omar Kohan.(org. e trad.)
Elvira Vigna.(ilustr.)
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Sócrates é um enigma. Platão ajudou muito para que o fosse. Sócrates não queria escrever, porém Platão o escreveu em diálogos: intensos, abertos, contraditórios, para não trair tanto o mestre. Neles, encontramos a vida de Sócrates e também sua morte. Sim, sua morte, porque de Sócrates sabemos quase mais de sua morte do que de sua vida. Ou das duas, porque Sócrates morreu para dar-se vida, para não perder a vida, para ganhar outra forma de vida, para fortalecer a vida. Nada em Sócrates é simples, de uma única forma. Sócrates era um educador singular: condenado por corromper os jovens, não se reconhecia como mestre, mas aceitava que alguns aprendessem com ele. Sem ser um mestre, provocava aprendizagens.

 
 

 

 
Vitória Valentina

Elvira Vigna.
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Crime e tragédia na favela. Um casal rouba e mata outro casal de vizinhos, mas na fuga também morre em um acidente de trânsito. Nando e Carla Vitória Valentina, filhos dos dois casais, crescem juntos e órfãos. A amizade e a cumplicidade construídas e impostas pelas circunstâncias vividas por eles na favela são seus laços mais fortes, que vão seguir por toda a vida. Esse é o enredo inicial desta novela gráfica, que trata de excluídos sociais e econômicos.