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Editora Circuito

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Editora Circuito
 
 

 

 
Amarração

Renato Rezende.
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Se a busca (natural ou obsessiva) pela própria unidade nos move durante a vida é justamente porque algumas partes nossas se desprendem, enquanto outras, que antes haviam vazado de nós, retornam, e, assim, nosso quadro se reconfigura o tempo inteiro. Conscientes ou não, lutamos para por em órbita, outra vez, esses pedaços de nosso ser.

 
 

 

 
Clínica de artista I:
Face ao reto o lobo

Roberto Corrêa dos Santos.
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Sim. a clínica. Cria-se a clínica. como poema. Alturas curvas vazios dobras volumes declives quedas silêncios ocos. A seta da vida forte a exigir a abertura do arco tensor. O preço do conceito. Mecanismos mentais ativados. O visível do querer. Redes móveis do corpo. Íntimas exigências do fora. Volumes de areias do deserto em ondas. Topologias descritíveis. Rudezas de toda espécie. Sobras.

 
 

 

 
Clínica de artista II:
Seis livros treze mil vezes treze mil vezes treze mil ossos

Roberto Corrêa dos Santos.
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Sim. a clínica. Cria-se a clínica. Como poema. Mundo dos corpos e suas espacialidades. Febre e calor e além de saúde ou doença ou cura.

 
 

 

 
Coletivos

Renato Rezende.
Felipe Scovino.
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Num tempo de proliferação de redes sociais, especialmente no Brasil, a formação de coletivos, virtuais ou não, se torna cada vez mais comum, extrapolando o circuito das artes e se espalhando por diferentes áreas da cultura, transformando as formas de viver, perceber e definir conceitos como produção, consumo, arte, entretenimento e política.

 
 

 

 
Conversas com curadores e críticos de arte

Renato Rezende.
Guilherme Bueno.
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O projeto Conversas com Críticos e Curadores de Arte nasceu da curiosidade em compreender como, já num cenário contemporâneo, uma nova “geração” de críticos e curadores brasileiros foi formada, refletindo como cada um propõe caminhos para discutir tanto a arte que acompanham como aquela que chega assimilada pela história. Isso envolve desde indagar questões ainda desafiadoras (como, por exemplo, noções de “brasilidade”) ao modo como se responde a conceitos em voga no cenário internacional. A motivação do livro foi, portanto, reiterar a existência de um pensamento articulado e original nas artes visuais, refutando assim clichês de ausência de critérios. Por outro lado, parecia-nos também a oportunidade de discutir o significado de quase uma década de atuação tanto do ponto de vista pessoal quanto das transformações do cenário artístico.

 
 

 

 
Dezembro

Ana Tereza Salek.
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Em seu texto “Cinco mais cinco mais cinco e tudo mudou na poesia brasileira”, que serve como introdução à antologia Inquietação-Guia (Azougue, 2009), Ítalo Moriconi aponta para a necessidade de se repensar e expandir o leque da crítica literária brasileira – em relação à poesia contemporânea – para além do “cânone crítico universitário pautado por critérios como rigor, elipse, metaironia, metalinguagem”. Contestando o privilégio hegemônico (e portanto, num país e num momento que se quer plural e múltiplo, no mínimo anacrônico) dado à uma poesia de raiz mallarmaica-cabralina-concretista, que se tornou quase uma fórmula neo-parnasiana, jovens poetas como Ana Tereza Salek resgatam a forte tradição brasileira de uma estética poética mais subjetiva, temporal, imagística e corpórea – mas não menos potente e rigorosa – que passa por nomes como Augusto dos Anjos, Jorge de Lima, Roberto Piva e Cláudio Willer – apenas para citar alguns. [...] Renato Rezende (no prefácio do livro)

 
 

 

 
DJs

Frederico Coelho.
Joca Vidal.
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Organizado por Fred Coelho e Joca Vidal, o livro é uma série de conversas com os principais DJs do Rio de Janeiro sobre o ofício do DJ, a relação entre música e tecnologia, a atuação musical, preconceitos e teorias sobre o papel do DJ, o Dj-produtor, o selector, o técnico e outros “tipos” da profissão, as especificidades de cada estilo musical, o circuito de festas e locais de trabalho.

 
 

 

 
Experiência e arte contemporânea

Ana Kiffer.(org.)
Renato Rezende.(org.)
Christophe Bident.(org.)
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Nesse livro, organizado por Ana Kiffer, Renato Rezende e Christophe Bident, propomos deter por um instante o olhar sobre as relações, implicações, sobre-determinações, aproximações e diapasões entre a noção de experiência e o campo das manifestações artísticas e culturais contemporâneas.

 
 

 

 
No contemporâneo:
arte e escritura expandidas

Roberto Corrêa dos Santos.
Renato Rezende.
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Escrito a quatro mãos por Roberto Corrêa dos Santos e Renato Rezende, No contemporâneo: arte e escritura expandidas se propõe como livro-de-artistas-pesquisadores, valendo-se de novas ordens de construção, feito de proposições sobre arte, escritura e imagens, constituindo a um só tempo pesquisa teórica em arte e produção artística. O livro se organiza em torno de quatro níveis intimamente interligados entre si: um é o texto histórico, explicativo, informativo, trazendo-nos compreensões de desdobramentos do campo do que se diz sobre a arte, sobre a escrita, sobre o pensamento.

 
 

 

 
Romance

Caio Meira.
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Romance é a reunião da poesia completa de Caio Meira até o momento, desde sua estréia com No oco da mão em 1993; e inclui os poemas mais recentes, até então inéditos. São, portanto, 20 anos de poesia deste que é um dos mais significativos poetas de sua geração. Do lugar negativo a partir do qual o poeta cria sua obra, brota uma poesia de primeira grandeza, facilmente comprovada pela leitura dos poemas que compõe este livro.

 
 

 

 
The end factory project

Adriana Tabalipa.
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Nascida em Curitiba e radicada no Rio de Janeiro, Adriana Tabalipa iniciou sua trajetória artística no final dos anos 80. Depois de participar de inúmeras mostras internacionais na Europa e EUA, colhendo diversos prêmios, e ter seu trabalho representado em importantes coleções como a de Gilberto Chateaubriand no Museu de Arte Moderna do Rio, a artista participou da Bienal do Porto, Portugal, em 2012. Sua exposição “The End Factory Project”, que descaracteriza, em suas obras, a palavra “fábrica”, teve curadoria do renomado crítico colombiano Santiago Rueda Fajardo.

 
 

 

 
Truques de autor:
Um romance site-specific

Heleno Bernardi.
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A pesquisa de novos e indeterminados campos para a arte e o pensamento, ampliando, por exemplo, as zonas de contato e comércio entre imagem e escritura, frequentemente gerando obras de intensa voltagem, é uma das marcas do contemporâneo, e também uma das principais chaves de leitura da obra de Heleno Bernardi, caracterizada pela sofisticada economia de elementos e pela inteligência. Se este jogo de espelhamentos entre poesia/filosofia, imagem e matéria é explorado por Heleno em algumas de suas obras mais importantes, como Apology of Socrates (2005), a série Memento Mori (2006) e Enquanto falo as horas passam (2009), em Truques de autor o artista ativa sua afiada capacidade de dissolver gêneros e elaborar novos sentidos tendo como ponto de partida a palavra e seu suporte canônico, o livro.

 
 

 

 
Vertigens

Fernanda Gentil.
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Um escritor dedicado às histórias de terror fala do seu cotidiano, relações familiares, dificuldades financeiras, novo amor e, especialmente, da criação de uma novo livro que o faz acreditar no sucesso. Essa é apenas uma das histórias de Vertigens, terceiro romance da escritora Fernanda de Mello Gentil, com duas narrativas intercaladas.