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“O vazio que a cidade dos pássaros deixou”

Atualizado: 1 de out. de 2025

Imagem de capa da crônica "O vazio que a cidade dos pássaros deixou" publicada pelo site Outras Palavras, publicada originalmente no site capeiaarraiana.
Imagem de capa da crônica "O vazio que a cidade dos pássaros deixou" publicada pelo site Outras Palavras, publicada originalmente no site capeiaarraiana.

O site Outras Palavras publica a crônica “O vazio que a cidade dos pássaros deixou”, de Gilmar Arruda, escrita a partir da leitura do livro A cidade das aves (Lamparina, 2024), de Tereza Andrade.


No texto, o autor costura memórias pessoais ao impacto da obra: o riacho de infância, a chácara da família, a cidade que cresceu sobre rios e córregos soterrados – metáforas vivas de uma experiência urbana que apagou a natureza e também nossas lembranças dela.


Arruda reflete sobre como o livro de Tereza reabre caminhos de memória e sensibilidade, trazendo de volta imagens do Paranapanema e da vida em torno das águas. Sua crônica ecoa o que a literatura é capaz de fazer: restituir, em palavras, aquilo que a cidade tentou apagar com concreto e linhas retas.


“Assim, Tereza, esse livro é um relicário, algo que se guarda na cabeceira e se pede, toda a noite, que não nos esqueçamos do lugar que nos foi roubado.”






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