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“Um percurso inventivo de pesquisa e existência”

Atualizado: 1 de out. de 2025

Heliana de Barros Conde Rodrigues, No rastro dos “cavalos do diabo“, Rio de Janeiro: Lamparina, 2023.
Heliana de Barros Conde Rodrigues, No rastro dos “cavalos do diabo“, Rio de Janeiro: Lamparina, 2023.

Resenha do livro de Heliana Conde que trata de metodologias, pesquisas e práticas voltadas para a proveniência da psicologia institucionalistas e da história do grupalismo-institucionalismo no Brasil, com ênfase na história oral. Uma obra de referência também para compreender a vida como arte.


Edson Passetti (NU-SOL) escreve na revista Estudos e Pesquisas em Psicologia (vol.24), sobre o livro No rastro dos “cavalos do diabo” de Heliana Conde, “que trata de metodologias, pesquisas e práticas voltadas para a proveniência da psicologia institucionalista e da história do grupalismo-institucionalismo no Brasil, com ênfase na história oral”. Heliana Conde, estimada professora e psicóloga de excelência, é referência na história da psicologia social e dos direitos humanos no Brasil, além de atravessar a trajetória de muitos profissionais por meio de seu trabalho com práticas grupais, análise institucional, desinstitucionalização psiquiátrica, história oral, genealogia focaultiana e estudos sobre produção de subjetividades. A obra apresentada na resenha “estabelece uma perspectiva de complementação com a história oral, dimensionando suas procedências, implicações e sugestões para o saber da psicologia como disciplina e às múltiplas subjetividades. O livro produz no leitor não só a necessária revisão de sua formação e situação no presente como propicia outras possibilidades de ampliar a crítica e mais do que apenas a crítica, inventar jeitos de fazer politizados, radicalizados e surpreendentes aos envolvidos.”


Sobre a autora, Passetti declara: “Heliana Conde nos deixou pessoalmente em 4 de março de 2024, mas ela permanece inteira neste livro com o tanto de história oral a ser arquivada, lida e transformada sobre esta mulher, psicóloga, historiadora, transgressora inventiva, amante da liberdade e, principalmente, amiga sem aspas”.






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