Buscando na dialogia e na paridade os elementos básicos para a construção de um método próprio de trabalho, um grupo de professoras alfabetizadoras vem investindo coletivamente no trabalho de investigação sobre/na/com a escola.
De tudo o que elas têm aprendido e ensinado no grupo, algumas lições vêm lhes causando estranheza, pois quanto mais sentem que precisam aprendê-las, mais desconfiam de que já as sabiam há muito tempo. Estão aprendendo que todas as pessoas pensamos, elaboramos, produzimos conhecimento. E que às professoras historicamente foi negado o direito de socializar institucionalmente seus saberes práticos.
Junto a tudo isso, estão também aprendendo que a discussão coletiva sobre a escola não pode garantir a produção de soluções que resolverão os problemas vistos. Não muito facilmente elas têm aprendido que a ausência de uma resposta única pode ser um convite ao conhecimento de inúmeras possibilidades.
Quando falam as professoras alfabetizadoras
Mitsi Pinheiro de Lacerda
ISBN: 85 74902 03 9
Código de barras: 9 788574 902036
Formato: 14×21cm
Número de páginas: 160
Peso: 220g
Ano: 2002
Coleção: Cotidiano–sociedade–escola
Índice de figuras De nuvens, pessoas e textos Você vai ter q viver na Tonga da Mironga do Kabuletê Por Sedalice, uma passagem por entre os fragmentos de um caminho Silêncio – estamos trabalhando Por Roselma, a história da mãe que insiste Por Inez, a menina que chora Por Eula, a receita de bolo. De chocolate Por Renata, o capital cultural no fim do mundo Por Delaine, a família que foi e voltou Por Josette, um turbilhão Eu vejo e escuto, mas meu cérebro está cego e surdo para o que tenho diante de mim Os textos. Porque é fundamental que estejam aqui Referências bibliográficas























































